Vamos lá, vou dar a minha opinião quanto ao texto abaixo.

Sempre tive uma visão mais "condensada"em relação a longevidade do ser humano. Mesmo com tanta tecnologia, tudo e todos terão a sua hora "D"

Pensamento retrógrado esse.(pelo jeito é) Mas pessoas que se auto-destróem  fisica e mentalmente, conseguirão viver mais?

De acordo com o texto abaixo...? Leia .


"O novo é uma evolução de si mesmo"

A perspectiva da longevidade humana já não é mais mito ou ficção. Vive-se hoje, em média, cerca de 50% a mais do que se vivia há mais de cem anos atrás.

E esse salto de qualidade de vida, atribui-se, principalmente, ao expressivo avanço tecnológico dos últimos cincoenta anos. Evolução que envolveu, por exemplo, a ciência médica, que com a descoberta de novas vacinas, conseguiu o controle de várias doenças epidêmicas que foram responsáveis por elevado número de óbitos no passado.

Portanto, hoje em dia, a expressão popular: "Viva intensamente a cada minuto, porque a vida é curta e a morte é certa", já não combina com a expectativa do tempo de vida do indivíduo jovem. Por que? Se a longevidade é uma realidade presente, é porque o tempo de vida estendeu-se e o "viver intensamente a cada minuto" tornou-se uma opção precipitada, desatualizada e dispensável em termos de planejamento para uma vida longa...

Hoje, considerando-se as novidades da alta tecnologia que renova-se a cada momento, e a maior concorrência e necessidade de reciclagem de conhecimentos em praticamente todas as áreas de atuação profissional, desde as de nível médio até as profissões de nível superior... se canalizarmos as nossas energias para "viver intensamente" os dias de uma "curta existência", poderemos ser surpreendidos pela longevidade e, principalmente, pela falta de planejamento adequado de uma vida que achávamos ser breve.

A época em que vivemos está a nos mostrar, a cada ano que passa, que "o novo é uma evolução em si mesmo", e quem ficar para trás não acompanhará a velocidade do novo e se perderá no rítmo e na dança dos acontecimentos contemporâneos.

Rítmo que não contempla somente os avanços tecnológicos no âmbito do materialismo científico, mas que contempla também a evolução na área do espiritualismo como forma de autoconhecimento avançado... no sentido do indivíduo não deixar-se dominar pela ansiedade e pelo "estilo" frenético dos novos tempos de mudanças em todas as áreas do conhecimento humano.

Cuidado, a vida pode ser longa! Alerta geral que substitui a expressão popular do passado e orienta o indivíduo para a necessidade de administrar a sua vida com a ótica do século XXI e a visão do terceiro milênio, quando materialismo e espiritualismo aproximam-se como jamais ocorrera antes na história da humanidade.

A vida, na verdade, dá um salto quântico em direção ao desconhecido. "Enígma" que aos poucos, ciência e espiritualismo começam a decifrar à luz da Nova Era, pois os nossos milenares ancestrais das cavernas não vibraram com a descoberta do fogo, quando tudo à sua volta era escuridão?

No entanto, desde a época da luta pelo domínio do fogo, muito tempo se passou. Tempo em que aprendemos que a evolução se faz com muita dose de sofrimento, mas também de amor, que é a energia que move o homem através dos séculos, orientando-o por intermédio de mentes - e espíritos - comprometidos com a lenta evolução da espécie humana.

No início de tudo, caminhamos a passos lentos, quase que imperceptíveis. Milênios depois, as nossas passadas tornaram-se largas e visíveis por aqueles que tem olhos de ver. Olhos que veem e sentem a energia do novo envolver a tudo e a todos, sem distinção de credos, cor ou nacionalidade, pois a energia é a Luz que viaja o cosmos acompanhando a velocidade dos novos tempos de transformações.

Quem viver verá! Mas cuidado que a vida pode ser longa e você deve estar preparado para não ser surpreendido.


por Flávio Bastos - flaviolgb@terra.com.br

Psicoterapeuta Interdimensional.