Oi! Depois de meses estaganada por motivo de força maior, vou tentar incluir temas interessantes nesse blog. Como sou professora de Educação Física, repetindo talvez, trabalho há 16 anos numa escola estadual com alunos de 5ª a 8ª séries do Ensino Fundamental. Já trabalhei com oficinas de dança, teatro, projeto bullying, oficina de brinquedo, reciclagem e treinamento de futsal. Com o tempo a gente vira quase um ser humano "multifuncional". Mas é isso. Segue um link para informações a quem interessar sobre a integração de meninos e meninas durante as aulas. http://livroseducacaofisica.br.tripod.com/Meninos%20e%20meninas.pdf
Sou assídua leitora da revista Mundo Jovem da qual minha escola tem assinatura.
Há muitos assuntos interessantes, artigos para trabalhar em sala de aula nos momentos de reflexão com os alunos.
E na edição de abril uma entrevista com Howard Gardner, psicólogo norte-americano, professor de Educação e Psicologia na Universidade de Harvard e
de Neurologia na Universidade de Boston. Ele concedeu uma entrevista que está na íntegra no seguinte link http://www.mundojovem.com.br
/entrevista-04-2010.php.
Para entender um pouco mais....
O que são inteligências múltiplas?
A principal contribuição da Teoria das Inteligências Múltiplas é afirmar que o indivíduo não possui apenas uma inteligência, mensurável, inata, considerada por muitas pessoas como inteligência geral. Essa ideia durante anos buscou rotular indivíduos como inteligentes ou não, definindo que uma quantidade grande de pessoas marginalizadas pelos processos sociais não fossem bem-sucedidas na escola.
Opondo-se ao conceito de inteligência geral, Gardner mostra que todos os indivíduos são inteligentes, mas de maneiras diferentes, e que suas inteligências serão reforçadas, desenvolvidas ou não, dependendo dos estímulos que receberem do ambiente e da cultura que os cercam. Sendo assim, algumas inteligências são relativamente independentes das outras e podem ser modeladas, combinadas numa multiplicidade de maneiras de serem adaptadas pelos sujeitos e por suas culturas.
1) Lógico-matemática: capacidade de confrontar e avaliar objetos e abstrações, distinguir relações e princípios. Predomina em matemáticos, cientistas e filósofos. 2) Linguística: caracteriza-se por gosto e domínio especial de idiomas e palavras. Predomina em poetas, escritores e linguistas. 3) Musical: identificável pela habilidade para compor e executar padrões musicais, em termos de ritmo e timbre, mas também escutando-os e discernindo-os. Predomina em compositores, maestros, músicos e críticos de música. 4) Espacial: expressa-se pela capacidade de compreender o mundo visual com precisão, permitindo recriar experiências visuais. Predomina em arquitetos, artistas, escultores, cartógrafos, navegadores e jogadores de xadrez. 5) Corporal-cinestésica: revela-se na maior capacidade de controlar e orquestrar movimentos do corpo. Predomina em atores e aqueles que praticam dança ou esportes. 6) Intrapessoal: expressa-se na capacidade de conhecer a si própio. Predomina em escritores, psicoterapeutas e conselheiros. 7) Interpessoal: expressa-se pela habilidade de entender intenções, motivações e desejos dos outros. Predomina em políticos, religiosos e professores. 8) Naturalista: traduz-se na sensibilidade para compreender e organizar objetos, fenômenos e padrões da natureza, como reconhecer e classificar plantas, animais, minerais, entre outros. Predomina em paisagistas e arquitetos.
A inteligência existencial ainda está em processo de investigação. Abrange a capacidade de refletir sobre questões fundamentais da existência. Seria característica de líderes espirituais e pensadores filosóficos.
Navegando a procura de sites interessantes encontrei na revista Nova Escola(já tive assinatura) uma reportagem que revela mais uma vez atitudes de desrespeito ao ser humano. Quero deixar uma perguntinha básica para as pessoas que vêem (e contemplam) nos outros apenas a parte física: E se fosse você numa cadeira de rodas, por exemplo?
A violência moral e física contra estudantes com necessidades especiais é uma realidade velada. Saiba o que fazer para reverter essa situação.
Um ou mais alunos xingam, agridem fisicamente ou isolam um colega, além de colocar apelidos grosseiros. Esse tipo de perseguição intencional definitivamente não pode ser encarado só como uma brincadeira natural da faixa etária ou como algo banal, a ser ignorado pelo professor. É muito mais sério do que parece. Trata-se de bullying. A situação se torna ainda mais grave quando o alvo é uma criança ou um jovem com algum tipo de deficiência - que nem sempre têm habilidade física ou emocional para lidar com as agressões.
Tais atitudes costumam ser impulsionadas pela falta de conhecimento sobre as deficiências, sejam elas físicas ou intelectuais, e, em boa parte, pelo preconceito trazido de casa. Em pesquisa recente sobre o tema, realizada com 18 mil estudantes, professores, funcionários e pais, em 501 escolas em todo o Brasil, a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) constatou que 96,5% dos entrevistados admitem o preconceito contra pessoas com deficiência. Colocar em prática ações pedagógicas inclusivas para reverter essa estatística e minar comportamentos violentos e intolerantes é responsabilidade de toda a escola. Ana Rita Martins (ana.martins@abril.com.br)
Quer ler na íntegra? Quer dicas para reverter isso? Acesse: http://revistaescola.abril.com.br/inclusao/educacao-especial/chega-omissao-bullying-deficiencia-preconceito-prevencao-necessidades-educacionais-especiais-518770.shtml
"Há de se saber que a evolução promove muitos saberes. Pra quem ainda não leu, lá vai...
A Evolução da Educação.
Antigamente se ensinava e cobrava tabuada, caligrafia, redação, datilografia... Havia aulas de Educação Física, Moral e Cívica, Práticas Agrícolas, Práticas Industriais e cantava-se o Hino Nacional, hasteando a Bandeira Nacional antes de iniciar as aulas..
Leiam relato de uma Professora de Matemática:
Semana passada comprei um produto que custou R$ 15,80. Dei à balconista R$ 20,00 e peguei na minha bolsa 80 centavos, para evitar receber ainda mais moedas. A balconista pegou o dinheiro e ficou olhando para a máquina registradora, aparentemente sem saber o que fazer.
Tentei explicar que ela tinha que me dar 5,00 reais de troco, mas ela não se convenceu e chamou o gerente para ajudá-la. Ficou com lágrimas nos olhos enquanto o gerente tentava explicar e ela aparentemente continuava sem entender. Por que estou contando isso?
Porque me dei conta da evolução do ensino de matemática desde 1950, que foi assim:
1. Ensino de matemática em 1950:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção é igual a 4/5 do preço de venda. Qual é o lucro?
2. Ensino de matemática em 1970:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção é igual a 4/5 do preço de venda ou R$ 80,00. Qual é o lucro?
3. Ensino de matemática em 1980:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção é R$ 80,00. Qual é o lucro?
4. Ensino de matemática em 1990:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção é R$ 80,00. Escolha a resposta certa, que indica o lucro:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção é R$ 80,00. O lucro é de R$ 20,00. Está certo?
( )SIM ( ) NÃO
6. Ensino de matemática em 2009:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção é R$ 80,00. Se você souber ler coloque um X no R$ 20,00.
( )R$ 20,00 ( )R$ 40,00 ( )R$ 60,00 ( )R$ 80,00
( )R$ 100,00
7. Em 2010 vai ser assim:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção é R$ 80,00. Se você souber ler coloque um X no R$ 20,00. (Se você é afro descendente, especial, indígena ou de qualquer outra minoria social não precisa responder)
E se um moleque resolve pichar a sala de aula e a professora faz com que ele pinte a sala novamente, os pais ficam enfurecidos pois a professora provocou traumas na criança.
Essa pergunta foi vencedora em um congresso sobre vida sustentável.
"Todo mundo 'pensando' em deixar um planeta melhor para nossos filhos...
Quando é que 'pensarão' em deixar filhos melhores para o nosso planeta?"
Passe adiante! Precisamos começar JÁ!
Uma criança que aprende o respeito e a honra dentro de casa e recebe o exemplo vindo de seus pais, torna-se um adulto comprometido em todos os aspectos, inclusive em respeitar o planeta onde vive...
Vamos lá, vou dar a minha opinião quanto ao texto abaixo.
Sempre tive uma visão mais "condensada"em relação a longevidade do ser humano. Mesmo com tanta tecnologia, tudo e todos terão a sua hora "D"
Pensamento retrógrado esse.(pelo jeito é) Mas pessoas que se auto-destróem fisica e mentalmente, conseguirão viver mais?
De acordo com o texto abaixo...? Leia .
"O novo é uma evolução de si mesmo"
A perspectiva da longevidade humana já não é mais mito ou ficção. Vive-se hoje, em média, cerca de 50% a mais do que se vivia há mais de cem anos atrás.
E esse salto de qualidade de vida, atribui-se, principalmente, ao expressivo avanço tecnológico dos últimos cincoenta anos. Evolução que envolveu, por exemplo, a ciência médica, que com a descoberta de novas vacinas, conseguiu o controle de várias doenças epidêmicas que foram responsáveis por elevado número de óbitos no passado.
Portanto, hoje em dia, a expressão popular: "Viva intensamente a cada minuto, porque a vida é curta e a morte é certa", já não combina com a expectativa do tempo de vida do indivíduo jovem. Por que? Se a longevidade é uma realidade presente, é porque o tempo de vida estendeu-se e o "viver intensamente a cada minuto" tornou-se uma opção precipitada, desatualizada e dispensável em termos de planejamento para uma vida longa...
Hoje, considerando-se as novidades da alta tecnologia que renova-se a cada momento, e a maior concorrência e necessidade de reciclagem de conhecimentos em praticamente todas as áreas de atuação profissional, desde as de nível médio até as profissões de nível superior... se canalizarmos as nossas energias para "viver intensamente" os dias de uma "curta existência", poderemos ser surpreendidos pela longevidade e, principalmente, pela falta de planejamento adequado de uma vida que achávamos ser breve.
A época em que vivemos está a nos mostrar, a cada ano que passa, que "o novo é uma evolução em si mesmo", e quem ficar para trás não acompanhará a velocidade do novo e se perderá no rítmo e na dança dos acontecimentos contemporâneos.
Rítmo que não contempla somente os avanços tecnológicos no âmbito do materialismo científico, mas que contempla também a evolução na área do espiritualismo como forma de autoconhecimento avançado... no sentido do indivíduo não deixar-se dominar pela ansiedade e pelo "estilo" frenético dos novos tempos de mudanças em todas as áreas do conhecimento humano.
Cuidado, a vida pode ser longa! Alerta geral que substitui a expressão popular do passado e orienta o indivíduo para a necessidade de administrar a sua vida com a ótica do século XXI e a visão do terceiro milênio, quando materialismo e espiritualismo aproximam-se como jamais ocorrera antes na história da humanidade.
A vida, na verdade, dá um salto quântico em direção ao desconhecido. "Enígma" que aos poucos, ciência e espiritualismo começam a decifrar à luz da Nova Era, pois os nossos milenares ancestrais das cavernas não vibraram com a descoberta do fogo, quando tudo à sua volta era escuridão?
No entanto, desde a época da luta pelo domínio do fogo, muito tempo se passou. Tempo em que aprendemos que a evolução se faz com muita dose de sofrimento, mas também de amor, que é a energia que move o homem através dos séculos, orientando-o por intermédio de mentes - e espíritos - comprometidos com a lenta evolução da espécie humana.
No início de tudo, caminhamos a passos lentos, quase que imperceptíveis. Milênios depois, as nossas passadas tornaram-se largas e visíveis por aqueles que tem olhos de ver. Olhos que veem e sentem a energia do novo envolver a tudo e a todos, sem distinção de credos, cor ou nacionalidade, pois a energia é a Luz que viaja o cosmos acompanhando a velocidade dos novos tempos de transformações.
Quem viver verá! Mas cuidado que a vida pode ser longa e você deve estar preparado para não ser surpreendido.
Olá.tudo bem? Gostaria de retomar um assunto antigo que tive o prazer de fazer um projeto escolar: Bullying.
Em arquivos anteriores tem os registros do que foi feito. Pois é, já se passaram 4 anos e ainda o assunto continua '"de molho".
Mas eis que surge uma LUZ... e demorou! Segue abaixo o texto mais que "na hora" de um jornal gaúcho.
Projeto contra bullying é aprovado por unanimidade pela Câmara da Capital
Objetivo é criar políticas públicas de combate à discriminação e violência verbal nas escolas
Um projeto que busca coibir o bullying – que significa ameaçar e incomodar – foi aprovado por unanimidade na tarde desta quarta-feira, na Câmara de Vereadores de Porto Alegre. Atos de preconceito, discriminação e violência verbal ou física de maneira repetitiva entre colegas nas escolas vêm preocupando pais, estudantes e o poder público. A proposta, de autoria do vereador Mauro Zacher, pretende criar políticas públicas de combate ao bullying nas instituições de Ensino da Capital.
Dados de pesquisas internacionais, nacionais e locais apontam que a violência escolar tem sido responsável pelo aumento do crime em idade juvenil até os 24 anos. Um desses levantamentos, feitos pelo especialista Marcos Rolim, em escola estadual da zona Sul da Capital, demonstra que mais de 40% dos jovens de 5 a 8 séries foram vítimas de bullying e mais de 80% vivenciaram algum ato violento. Em São Paulo, um decreto municipal publicado no início deste ano já determinou que as escolas da rede municipal incluam em seus projetos pedagógicos ações de prevenção e combate ao bullying.
Zacher solicitou o regime de urgência para apressar a análise da proposta em plenário. "Entramos em mais um ano letivo e não podemos permanecer inertes. As consequências da violência escolar repercutem cada vez mais negativamente na sociedade", lembra ele. O projeto de lei 050/09 prevê que instituições de Ensino e de Educação Infantil, públicas ou privadas, com ou sem fins lucrativos, deverão implementar medidas que contenham a redução das agressões entre os alunos. As escolas terão liberdade para escolher quais medidas adotar, mas ficam obrigadas a capacitar os docentes e a equipe pedagógica para tratar do tema, assim como envolver as famílias no processo de conscientização. As instituições também deverão oferecer orientação a todos os alunos e apoio para a recuperação da autoestima das vítimas.
Olá! a indisciplina da sala de aula é mais um assunto que nós professores precisamos dominar.
Quantas vezes nos deparamos com situações estressantes em sala de aula, onde a insdiciplina toma conta?
Mas a respeito disso, o que precisamos saber?
O que é, como ocorre, motivos e atitudes para evitar, regras na sala de aula, sugestões
Introdução
Há 30 anos atrás este problema praticamente não existia. As escolas do passado seguiam um sistema tradicional, exigindo dos alunos um comportamento quase militar. Quando ocorriam atitudes de indisciplina, os castigos, muitos deles físicos, eram aplicados.
Sugestões
Porém, muita coisa mudou nestes 30 anos e hoje a escola não adota mais uma postura repressiva e violenta. Estamos numa época de valorização da democracia, cidadania e respeito. Cabe a escola levar estes princípios à sério dentro do seu projeto pedagógico. Então, como acabar ou diminuir a indisciplina em sala de aula, objetivando melhorar as condições de aprendizado dos alunos?
Primeiramente, o professor deve identificar os motivos da indisciplina. Observar os alunos e estabelecer um diálogo pode ajudar muito neste sentido. Muitas vezes, a indisciplina ocorre porque os alunos não entendem o conteúdo ou acham as aulas cansativas. Nestes casos, o professor pode modificar suas aulas, adotando atividades estimulantes e interativas. Esta atitude costuma gerar bons resultados.
Em outras situações, a indisciplina ocorre a partir de uma situação de conflito e enfrentamento entre alunos e professor. Neste caso, o professor deve buscar conversar e ouvir os alunos. Cabe ao professor desfazer o clima de conflito e solucionar a situação.
Uma outra boa sugestão é criar algumas regras comuns para o funcionamento das aulas. O professor pode fazer isso com a ajuda dos próprios alunos. Dentro destas regras podem constar: levantar a mão e aguardar a sua vez antes de perguntar ou falar, fazer silêncio em momentos de explicação, falar num tom de voz adequado, etc.
Com estas e outras atitudes, o professor vai ganhar o respeito de seus alunos. Este respeito é uma porta aberta para, através do diálogo com os estudantes, buscar soluções adequadas para melhorar as condições de aula na escola.
Gente! Quando se trata de receber mensagens via internet, confesso que muitas vezes leio o titulo e olho o tamanho do arquivo pra marcar e deletar rapidamente! Como se não bastasse o lixo na natureza...
Mas têm aquelas que aguçam a curiosidade!
Tem coisas que realmente devem ser lidas: Que encaixam no dia-a-dia.
Recebi essa de uma amiga... E transportei para um titulo imaginário: O diário de uma escola (Educar-se para poder educar)
EVITE OS RALOS QUE SUGAM SUA ENERGIA
Ralos de energia são rotinas que sugam sua motivação e produtividade, muito difíceis de perceber, até que você esteja completamente esgotado.
Estes hábitos podem estar drenando sua energia agora mesmo:
Desorganização
Quantas horas por semana você gasta procurando documentos que poderiam estar à mão, buscando arquivos no computador ou na rede, pesquisando suas várias contas de email em busca de uma informação crucial?
Agregue a este prejuízo algumas crises potencialmente catastróficas, como documentos perdidos, compromissos esquecidos e reuniões mal organizadas. Em alguns casos, pode comprometer todo um projeto ou uma carreira.
Organização é uma questão de hábito e disposição, cuja mudança exige comprometimento tanto em sua vida pessoal quando profissional. Em casa, basta olhar ao redor sem preguiça para constatar o que é preciso fazer. Em seu escritório, limpe sua mesa e suas gavetas, e use a tecnologia a seu favor.
Alimentação ruim e falta de exercícios
Não é preciso ser um fanático natureba para perceber que boa alimentação e exercícios regulares mantêm seu corpo energizado e disposto, o que se reflete diretamente na sua atenção e produtividade. Para elevar seu nível de energia corporal, considere:
Crie uma nova rotina...
Encontre um parceiro para a academia com a mesma disposição e trace uma meta de 4 semanas, mantendo o ritmo de 3 a 4 seções de exercícios por semana. Após um mês de prática, terá desenvolvido a disciplina necessária, mesmo sem alguém para cobrar.
Mude um hábito alimentar, apenas um...
Um viciado em fast-food não se transforma instantaneamente em um macrobiótico. Mude um hábito apenas, seja comer salada no almoço, ou simplesmente acordar 20 minutos mais cedo e tomar um café da manhã consistente. Quando tiver firmado este hábito (e sentido os efeitos), poderá estabelecer um novo.
Organize suas refeições...
Não permita que o turbilhão diário de compromissos transforme seu horário de almoço em 10 minutos entre as 11 da manhã e as 4 da tarde. Se o seu ambiente de trabalho permite, programe refeições menores a intervalos mais curtos, o que evita a sensação de ‘fome calcinante’ que reduz sua concentração a zero.
Contatos problemáticos...
Todos nós temos clientes, colegas, parceiros comerciais e até amigos que nos causam desproporcionais níveis de estresse e horas ocupadas. Com o perdão dos amigos, livre-se deles. Simplesmente cortar os relacionamentos que esgotam nossa energia nos libera para nos dedicar ao que realmente importa, a plenos pulmões.
Foco demasiado nas fraquezas
Às vezes, é muito útil entender uma fraqueza como uma habilidade que ainda não desenvolvemos. Ainda.
Pontos fracos não se resolvem sozinhos, mas podem ser usados como um mapa para seu desenvolvimento profissional.
Pendências
Todo problema adiado tende a aumentar, comprometer mais tempo, elevar seu nível de ansiedade e, por fim, consumir sua confiabilidade e deixá-lo esgotado. Quando um problema grave se apresenta, a melhor medida é organizar todos os recursos disponíveis (tempo, conhecimento, tecnologia, equipe) e simplesmente resolvê-lo.
Overdose de informação
A internet é fantástica, um volume de informação livre infinitamente maior que a nossa capacidade de absorção. É provavelmente a melhor característica do nosso tempo, e também nosso ponto mais fraco.
Educação e respeito são vitais para o convívio social, mas não empenhe toda sua atenção em agradar as pessoas ao seu redor. Mesmo que não faça parte das suas funções, às vezes é preciso ser enérgico, e até mesmo incisivo. Às vezes é preciso estabelecer limites, e simplesmente exigir que os outros respeitem seu tempo, seu espaço e sua opinião.
Outra forma elementar de concentrar sua energia é deixar de conduzir sua vida ou seu comportamento de modo a satisfazer as expectativas de outras pessoas. Por mais que um indivíduo tente, ele não será o filho perfeito que os pais sonharam e, se chegar perto, terá concentrado toda sua força em suprir o sonho de outras pessoas. Parece nobre, mas não será triste?
Ficar muito tempo sem postar significa de duas uma: ou não tem assunto ou não tem tempo. Prefiro ficar com a 2ª opção. Pretendo postar assuntos interessantes por aqui esperando que pessoas interessantes também leiam e comentem. Senão que graça tem ter um blog? Esse blog terá de ser ecletico, buscando trasnscender entre a educação, poesia, emoção,dicas, sugestões enfim tudo que vier a ajudar na construção de "pensamentos melhores".
Um bela observação: Sem querer, foram excluídos os arquivos de 2007 e 2008!
Carnaval no auge, ano recomeçando... Prá iniciar, nada como uma boa metáfora. Esclarecendo: a metáfora é uma das mais poderosas formas de comunicação pelo seu poder de quebrar resistências com histórias que levam as mensagens que você quer comunicar.(www.metaforas.com.br)
Você tem experiência?
No processo de seleção da Volkswagen do Brasil, os candidatos deveriam responder a seguinte pergunta: 'Você tem experiência?'
A redação abaixo foi desenvolvida por um dos candidatos. Ele foi aprovado e seu texto está fazendo sucesso, e com certeza ele será sempre lembrado por sua criatividade, sua poesia e acima de tudo por sua alma.
Redação Vencedora:
Já fiz cosquinha na minha irmã pra ela parar de chorar.
Já me queimei brincando com vela.
Eu já fiz bola de chiclete e melequei todo o rosto.
Já conversei com o espelho, e até já brinquei de ser bruxo.
Já quis ser astronauta, violonista, mágico, caçador e trapezista.
Já me escondi atrás da cortina e esqueci os pés pra fora.
Já passei trote por telefone.
Já tomei banho de chuva e acabei me viciando.
Já roubei beijo.
Já confundi sentimentos.
Peguei atalho errado e continuo andando pelo desconhecido.
Já raspei o fundo da panela de arroz carreteiro.
Já me cortei fazendo a barba apressado.
Já chorei ouvindo música no ônibus.
Já tentei esquecer algumas pessoas, mas descobri que eram as mais difíceis de esquecer.
Já subi escondido no telhado pra tentar pegar estrelas.
Já subi em árvore pra roubar fruta.
Já caí da escada de bunda.
Já fiz juras eternas.
Já escrevi no muro da escola.
Já chorei sentado no chão do banheiro.
Já fugi de casa pra sempre, e voltei no outro instante.
Já corri pra não deixar alguém chorando.
Já fiquei sozinho no meio de mil pessoas sentindo falta de uma só.
Já vi pôr-do-sol cor-de-rosa e alaranjado.
Já me joguei na piscina sem vontade de voltar.
Já bebi uísque até sentir dormente os meus lábios.
Já olhei a cidade de cima e mesmo assim não encontrei meu lugar.
Já senti medo do escuro, já tremi de nervoso.
Já quase morri de amor, mas renasci novamente pra ver o sorriso de alguém especial.
Já acordei no meio da noite e fiquei com medo de levantar.
Já apostei em correr descalço na rua.
Já gritei de felicidade.
Já roubei rosas num enorme jardim.
Já me apaixonei e achei que era para sempre, mas sempre era um 'para sempre' pela metade.
Já deitei na grama de madrugada e vi a Lua virar Sol.
Já chorei por ver amigos partindo, mas descobri que logo chegam novos, e a vida é mesmo um ir e vir sem razão.
Foram tantas coisas feitas...
Tantos momentos fotografados pelas lentes da emoção e guardados num baú, chamado coração.
E agora um formulário me interroga, me encosta na parede e grita: 'Qual sua experiência?' Essa pergunta ecoa no meu cérebro: experiência... experiência... Será que ser 'plantador de sorrisos' é uma boa experiência? Sonhos!!! Talvez eles não saibam ainda colher sonhos! Agora gostaria de indagar uma pequena coisa para quem formulou esta pergunta: Experiência? Quem a tem, se a todo o momento tudo se renova?
A expressão inglesa “bullying” designa na literatura especializada um conjunto de atitudes agressivas, intencionais e repetitivas, que ocorrem de forma velada ou explícita, entre pares (pessoas cujas relações não estão estruturadas por qualquer hierarquia),causando dor, angústia e sofrimento. A especialista Cleo Fante,autora do livro “Fenômeno Bullying: como prevenir a violência nas escolas e educar para a paz” (Verus, 2005), desenvolveu intensas pesquisas sobre o tema, concluindo que as escolas não estão preparadas para lidar com o problema. Depois de várias leituras e pesquisas, compreendemos que não há mais comotratar atitudes de violência na escola, como se fossem algo banal, ou, simplesmente, “coisas de estudantes”. Desde março de 2005, na Escola Estadual de Ensino Fundamental, no Bairro Santa Tecla, estamos desenvolvendo um projeto que procura prevenir as diferentes formas de violência que caracterizam, muitas vezes, as relações do alunos entre si, buscando afirmar uma “Cultura de Paz”.Utilizamos várias estratégias que intensificaram o trabalho no decorrer do ano. Primeiramente, buscamos esclarecer o que era o “fenômeno bullying” para alunos, professores e funcionários. Então, aplicamos um questionário adaptado à realidade da nossa escola e utilizado como instrumento de análise desde a Educação Infantil à8ª série do Ensino Fundamental. O objetivo principaldo estudo era diagnosticar se existia ou não o fenômeno, qual o perfil dos eventuais agressores, das vítimas e das testemunhas.
Descobrimos, assim, que o “bullying” ocorria em todas as turmas. Destacadamente, a violência apareceu em suas manifestações verbais (gozações com caráter humilhante e apelidos maldosos). Logo depois, muito perto, seguiram os relatos sobre violência em suaforma física, (tapas, chutes, empurrões, socos, etc.). Muito fortemente, apareceram, também, relatos sobre furtos ou danos produzidos aos objetos dos alunos. Além de formas de isolamento ou exclusão como ser ignorado pelo grupo, ser vítima de fofocas e comentários caluniosos, etc. Tais ocorrências também se materializaram através de mensagens pelo computador, celular ou telefone, e, ainda, com a utilização de desenhos mal-intencionados sobre colegas.
Após todo o processo de diagnóstico com os alunos, passamos a tentar sensibilizar a comunidade escolar sobre o tema. Para isto, organizamos uma palestra com a psicóloga Tânia de Oliveira, para professores, pais e alunos; fizemos uma reunião geral de professores e funcionários para maiores esclarecimentos sobre o projeto; organizamos a colaboração de um grupo voluntário de alunos para observações durante as aulas e o recreio; recolhemos a história de vida da estudante da UNISC, Pamella Tucunduva da Silva e o relato da estudante de Porto Alegre, Daniele Almeida Vuoto, que abandonou a escola por não suportar a pressão do fenômeno, etc. Passamos a desenvolver dinâmicas de grupos para valorização do ser humano; atividades cooperativas paradesenvolver a inclusão, a socialização e o espírito desolidariedade;técnicas de desenho como a “bandeira pessoal”; redações, relatos;histórias infantis ilustrando a construção dos valores básicos da vida; e muito mais.
Nesta experiência nova e fascinante, uma das iniciativas que está se revelando especialmente significativa para todos é o grupo de teatro. Composto por alunos que tiveram em suas trajetórias a experiência do “bullying”, o grupo permitiu a criação de um teatro de fantoches chamado: “Bullying, brincandeiras que dóem na alma”. Atualmente, além de apresentar na nossa escola para professores e alunos, e ainda para os pais, estamos indo a outras instituições, como um alerta às direções e professores, tentando sensibilizar os demais com a mensagem principal: “Diga não ao ‘bullying’, seja um construtor da Paz!”.
Profª Ivete Schwingel- coordenadora do Projeto anti-bullying na Escola E.E.F.Professora Leontina - Venâncio Aires-RS
* Para Paulo Freire, a educação é ideológica mas dialogante e atentiva, para que se possa estabelecer a autêntica comunicação da aprendizagem, entre gente, com alma, sentimentos e emoções, desejos e sonhos. A sua pedagogia é "fundada na ética, no respeito à dignidade e à própria autonomia do educando". E é "vigilante contra todas as práticas de desumanização". É necessário que "o saber-fazer da auto reflexão crítica e o saber-ser da sabedoria exercitada ajudem a evitar a "degradação humana" e o discurso fatalista da globalização", como ele tão bem diz.
Portanto, acredito numa educação mais humana, solidária e cooperativa. Muitos problemas que surgem nas escolas que não dependem das avaliações trimestrais, mas muito mais de relacionamentos de cunho afetivo entre as pessoas que convivem dia-a-dia, e que algumas vezes nos passa desapercebidos ou então... é melhor fazer de conta que não se viu! E você? Já ouviu falar sobre o fenômeno Bullying? Leia o texto que segue.(resumido)
Bullying nas escolas
A brincadeira que não tem graça Por Diogo Dreyer
Quem nunca foi zoado ou zoou alguém na escola? Risadinhas, empurrões, fofocas, apelidos como “bola”, “rolha de poço”, “quatro-olhos”. Todo mundo já testemunhou uma dessas “brincadeirinhas” ou foi vítima delas. Mas esse comportamento, considerado normal por muitos pais, alunos e até professores, está longe de ser inocente. Ele é tão comum entre crianças e adolescentes que recebe até um nome especial: bullying. Trata-se de um termo em inglês utilizado para designar a prática de atos agressivos entre estudantes. Traduzido ao pé da letra, seria algo como intimidação. Trocando em miúdos: quem sofre com o bullying é aquele aluno perseguido, humilhado, intimidado. E isso não deve ser encarado como brincadeira de criança. Especialistas revelam que esse fenômeno, que acontece no mundo todo, pode provocar nas vítimas desde diminuição na auto-estima até o suicídio. “bullying diz respeito a atitudes agressivas, intencionais e repetidas praticadas por um ou mais alunos contra outro. Portanto, não se trata de brincadeiras ou desentendimentos eventuais. Os estudantes que são alvos de bullying sofrem esse tipo de agressão sistematicamente”, explica o médico Aramis Lopes Neto, coordenador do primeiro estudo feito no Brasil a respeito desse assunto — “Diga não ao bullying: Programa de Redução do Comportamento Agressivo entre Estudantes”, realizado pela Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à Infância e Adolescência (Abrapia). Segundo Aramis, “para os alvos de bullying, as conseqüências podem ser depressão, angústia, baixa auto-estima, estresse, absentismo ou evasão escolar, atitudes de autoflagelação e suicídio, enquanto os autores dessa prática podem adotar comportamentos de risco, atitudes delinqüentes ou criminosas e acabar tornando-se adultos violentos”. Motivação Segundo Aramis, os motivos que levam a esse tipo de violência são extremamente variados e estão relacionados com as experiências que cada aluno tem em sua família e/ou comunidade: “Famílias desestruturadas, com relações afetivas de baixa qualidade, em que a violência doméstica é real ou em que a criança representa o papel de bode expiatório para todas as dificuldades e mazelas são as fontes mais comuns de autores ou alvos de bullying”. Origem O bullying começou a ser pesquisado cerca de dez anos atrás na Europa, quando se descobriu o que estava por trás de muitas tentativas de suicídio entre adolescentes. Sem receber a atenção da escola ou dos pais, que geralmente achavam as ofensas bobas demais para terem maiores conseqüências, o jovem recorria a uma medida desesperada. Atualmente, todas as escolas do Reino Unido já implantaram políticas anti-bullying. Os estudos da Abrapia demonstram que não há diferenças significativas entre as escolas avaliadas e os dados internacionais.
Soluções Para quem é vítima de algum desses tipos de humilhação, a saída é “se abrir”, ou seja, procurar ajuda, começando pelos próprios pais. E quem tem um filho passando por esse problema precisa mostrar-se disponível para ouvi-lo. Nunca se deve aconselhá-lo a revidar a agressão; mas, sim, esclarecer que ele não é culpado pelo que está acontecendo. Também é fundamental entrar em contato com a escola. Mas, se os pais não têm certeza de que seu filho sofre com essa violência, podem ficar atentos aos seguintes aspectos: “Os alunos-alvo são crianças ou adolescentes que são, sistematicamente, discriminadas, humilhadas ou intimidadas por outros colegas. Geralmente, eles têm poucos amigos, procuram se isolar do grupo e são identificados por algum tipo de diferença física ou comportamental. Além disso, têm dificuldades ou inabilidades que os impedem de buscar ajuda, são desesperançados quanto a sua aceitação no grupo e tendem a um comportamento introvertido”, explica Aramis. Especialistas do mundo inteiro concordam sobre o fato de que o papel dos pais — tanto de alunos agressores como de agredidos — é fundamental para combater a violência moral nas escolas e de que eles precisam saber lidar com a situação. No caso dos pais de agressores, é preciso que se convençam e mostrem aos filhos que esse comportamento é prejudicial a eles. “De acordo com dados obtidos em trabalhos internacionais, não existe escola sem bullying. O objetivo é alterar a forma de avaliação do que é uma brincadeira e do que é bullying, mudando o enfoque da questão para a valorização do sentimento de quem sofre bullying, ou seja, respeitando seu sofrimento e buscando soluções que amenizem ou interrompam isso”, diz o coordenador da Abrapia. “Os autores de bullying podem se tornar líderes entre os alunos por disseminarem o medo e estarem repetindo seu modelo familiar, em que a afetividade é pobre ou a autoridade é imposta por meio de atitudes agressivas ou violentas”, completa. Segundo Aramis, a única maneira de combater esse tipo de prática é a cooperação por parte de todos os envolvidos: professores, funcionários, alunos e pais: “Todos devem estar de acordo com o compromisso de que o bullying não será mais tolerado. As estratégias utilizadas devem ser definidas em cada escola, observando-se suas características e as de sua população. O incentivo ao protagonismo dos alunos, permitindo sua participação nas decisões e no desenvolvimento do projeto, é uma garantia ainda maior de sucesso. Não há, geralmente, necessidade de atuação de profissionais especializados; a própria comunidade escolar pode identificar seus problemas e apontar as melhores soluções”. Para o médico, a receita é promover um ambiente escolar seguro e sadio, onde haja amizade, solidariedade e respeito às características individuais de cada um de seus alunos. “Enfim, é fundamental que se construa uma escola que não se restrinja a ensinar apenas o conteúdo programático, mas também onde se eduquem as crianças e adolescentes para a prática de uma cidadania justa”, finaliza.